Eduardo Bolsonaro diz que seria injusto PSL ficar com fundo partidário

 

Foto: Arquivo Pessoal/Instagram
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O líder do PSL na Câmara, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu na noite de terça-feira (12) com cerca de 15 dissidentes do partido que devem aderir à nova sigla que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou que vai criar.

Segundo o jornal O Globo, Eduardo desconversou sobre a conversa que aconteceu na liderança do governo na Câmara, mas ao ser questionado sobre o fundo partidário e o questionamento que deve ser adotado juridicamente, afirmou que a migração de partido junto com o valor é uma “questão de justiça”.

“Tem que perguntar para a Karina Kufa e para o Admar [Gonzaga], que são os advogados. Se trouxer o fundo é bom por uma questão de justiça. Porque o injusto é você ter sido eleito, sair do partido e ficarem tão poucos deputados no PSL, e eles terem esse fundo todo à disposição deles. O lado bom de sair sem fundo é porque você realmente atrai as pessoas que são mais conectadas através das ideias. Você afasta um pouco aquele perfil de político, principalmente de candidato, que só vai para o partido que tem fundo eleitoral, que não é nosso objetivo. Nosso objetivo é ter um alinhamento com pessoas”, ressaltou.

Eduardo também minimizou a possibilidade de os demais integrantes do partido atrapalharem votações de interesse do governo.

“Eu não acredito que pelo fato de nós estarmos indo para outro partido, que aqueles remanescentes no PSL venham a virar pessoas de extrema-esquerda, por exemplo. Acredito que a convergência é natural”, destacou.

Bahia.ba