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    Home»Sem categoria»Por que a maioria das empresas não ficou nada feliz com a Copa 2018
    Sem categoria

    Por que a maioria das empresas não ficou nada feliz com a Copa 2018

    22 Julho, 2018

    Levantamento exclusivo mostra que 57% das pequenas e médias empresas brasileiras tiveram um impacto negativo nos resultados durante o torneio

    Neymar no chão coloca a mão no rosto em jogo contra a Sérvia na Copa do Mundo

    Neymar no chão: empresas ficaram desapontadas com o evento – especialmente seus bolsos (Kai Pfaffenbach/Reuters)

    São Paulo – A Copa do Mundo 2018 costuma ser um evento marcado pela felicidade – mas, para a maioria das pequenas e médias empresas brasileiras, o campeonato esportivo trouxe decepção. Não só pela seleção brasileira não ter conquistado o hexa, mas por resultados abaixo do esperado para o período para 57% desses negócios.

    O levantamento foi elaborado com exclusividade a EXAME pela startup de gestão empresarial VHSYS. A pesquisa entrevistou seis mil pequenas e médias empresas brasileiras a respeito do impacto da Copa em seus negócios.

    Cerca de 49% dos empreendimentos apontaram uma queda nas receitas, o pior impacto possível para um negócio. Ao mesmo tempo, 63% relataram uma redução no atendimento a clientes; 60% relatam que o consumo diminuiu; e 54% tiveram dificuldades com fornecedores. Quase metade dos empreendedores (49%) gostaria que o Brasil tivesse ficado menos tempo na disputa, e 8 em cada 10 (81%) acreditam que os resultados irão melhorar agora, com o fim da Copa.

    De acordo com Bruna Nunes, coordenadora da VHSYS, eventos como a Copa do Mundo 2018 causam impacto positivo apenas em segmentos que conseguem atrelar seus serviços aos jogos de futebol, como bares, padarias e restaurantes. Apenas 4% dos entrevistados sentiram melhora nos resultados e 5% disseram que o nível de consumo de seus produtos aumentou.

    Outros fatores para os menores resultados, além da Copa do Mundo 2018, são uma economia voltando em ritmo mais lento do que o esperado; a instabilidade gerada com a crise política; e impactos que ainda perduram da greve dos caminhoneiros, ocorrida entre o final de maio e o meio de junho deste ano.

    Fonte: exame.abril.com.br

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